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A EkoBio é pioneira no mercado, lançada no último ano no Brasil
A caneta EkoBio, em 120 dias de decomposição
A sustentabilidade é uma das palavras da década. Na televisão, na internet, na sala de aula e nas empresas se ouve falar dela, de seus benefícios e soluções para o mundo. E os exemplos também estão por todo lado: recolher óleo velho e transformá-lo em sabão ou biocombustível, apoiar projetos sociais e campanhas ecológicas, criar plano estratégico de uma empresa para economizar energia, água e copos descartáveis e muitos outros.
Ainda assim, a Pesquisa Responsabilidade Social das Empresas - Percepção do Consumidor Brasileiro parece indicar o contrário. O levantamento foi realizado pelos Instituto Ethos e Instituto Akatu em 12 regiões metropolitanas do Brasil no último ano. E segundo os dados, 56% dos consumidores nunca ouviram falar em sustentabilidade e 37% são indiferentes ao consumo consciente. Uma informação alarmante, mas que pode apontar para um contingente passível de conscientização e mudança de atitudes: pessoas dispostas a dar o seu dinheiro em troca de produtos inovadores, de qualidade, úteis e 100% sustentáveis.
Por outro lado, a mesma pesquisa aponta que 59% dos consumidores brasileiros aceitariam usar produtos que não provoquem problemas à saúde. Bastando, para isso, haver uma comunicação mais eficiente e o oferecimento de bens de consumo sustentáveis que estejam próximos da realidade de todos.
O Brasil é líder mundial em plásticos biodegradáveis e grandes somas são investidas na engenharia de novos produtos e nas inovações. Nos próximos anos, mais de U$1,3 bilhão vão ser aplicados no setor. Um exemplo que pode ser considerado a grande inovação do setor papeleiro é a primeira caneta biodegradável do Brasil, a EkoBio. Ela foi lançada na Feira do Empreendedor Sebrae, em 2010, com grande repercussão na mídia. O produto e a tecnologia são nacionais. A caneta é produzida com uma bioresina certificada extraída do amido de milho, que reduz em até 60 % a emissão de CO2 e em 30% o consumo de energia elétrica em sua fabricação. Pode ser reciclada, escreve até 2.000 metros pelo padrão europeu, se decompõe em até 180 dias sob condições de compostagem e fertiliza o solo, transformada em húmus.
O Diretor de Desenvolvimento Institucional, Arnaldo Di Giuseppe, explica que o mercado de papelaria é uma importante área comercial e que as inovações sustentáveis e ecológicas também precisam chegar até ele. "A Caneta EkoBio é produzida a partir do PLA, uma bioresina extraída do amido de milho. Foi o primeiro passo e hoje nosso produto é procurado por empresários que querem associar suas marcas a brindes promocionais ecológicos, modernos e econômicos. A matéria prima que utilizamos pode ser utilizada na fabricação de diversos produtos: escolares, descartáveis em geral e até mesmo pen drives e chips de computador", completa o empresário.
Hoje, a EkoBio já é comercializada diretamente para o cliente final e há mais de 8 mil pontos de vendas potenciais espalhados pelo Brasil. Alguns mercados internacionais como Chile, Portugal, Espanha e Estados Unidos também já começam a se interessar pela caneta. Mais informações no site www.grupoekobio.com.br.
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